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terça-feira, 28 de abril de 2009

Trabalho de Grupo – Módulo 2

Os formadores do Módulo 2 – Mário Alves e Pedro Baptista, durante a sessão prática desenvolveram uma dinâmica de grupo, que consistiu na divisão dos participantes em grupos. Enquanto uns jogavam a uma variante do Dilema do Prisioneiro Iterado, os outros navegavam na World Wide Web à procura de imagens que reflectissem o que tinha sido discutido na sessão teórica.

A ideia era simples: cada elemento do grupo apresentava a imagem por si escolhida e explicava o porquê da sua escolha.

O resultado das imagens seleccionadas foi o que podemos ver em baixo: os grupos construíram uma lógica entre as imagens escolhidas individualmente, contando-nos a sua história.


Grupo do João Morgado, Maria Ana Correia, Sara Costa e Sara Figueiredo




Grupo da Ana Gamas, Márcia Santos, Paula Coelho e Sara Henriques

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Links - Módulo 2

O André Lourenço, enviou-nos um link que de alguma maneira se relaciona com o jogo realizado no dia 28 de Março, durante a sessão prática do Módulo 2.

Vejam e comentem.

http://www.sciam.com/article.cfm?id=more-tit-than-tat

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Notícias – Sessão PRÁTICA do Módulo 2

A sessão prática do módulo 2 – Estilos de vida: Consumo sustentável, energia e mobilidade, teve também lugar na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, no dia 28 de Março, e pretendeu dinamizar formas mais interactivas e aplicações práticas da sessão teórica.

Os resistentes que se deslocaram à Faculdade num Sábado de manhã, tiveram a oportunidade de, em grupo, jogar uma variante do Dilema do Prisioneiro Iterado. Foi solicitado aos participantes que apresentassem exemplos práticos, tendo sido posteriormente discutidas as consequências da interacção do jogo.

O Dilema do Prisioneiro (DP) dito clássico é enunciado da seguinte forma:
Dois suspeitos, A e B, são presos pela polícia. A polícia tem provas insuficientes para os condenar, mas, separando os prisioneiros, oferece a ambos o mesmo acordo: se um dos prisioneiros, confessando, testemunhar contra o outro e esse outro permanecer em silêncio, o que confessou sai livre enquanto o cúmplice silencioso cumpre 10 anos de sentença. Se ambos ficarem em silêncio, a polícia só pode condená-los a 6 meses de cadeia cada um. Se ambos traírem o comparsa, cada um leva 5 anos de cadeia. Cada prisioneiro faz a sua decisão sem saber que decisão o outro vai tomar, e nenhum tem certeza da decisão do outro. A questão que o dilema propõe é: o que vai acontecer? Como cada um dos prisioneiros vai reagir? (http://pt.wikipedia.org/wiki/Dilema_do_prisioneiro)

Os participantes tiverem ainda de pesquisar imagens na internet e posteriormente apresentar e discutir as suas ideias sobre a nossa era de consumo.

Deixamos aqui algumas fotografias do dia.


Notícias - Sessão TEÓRICA do Módulo 2

No dia 26 de Março, realizou-se a sessão teórica do 2º módulo, onde foram discutidos os nossos estilos de vida, e em particular a questão do consumo, que se vem traduzindo na compra de mais e mais produtos e serviços, criando-se muitas vezes necessidades desnecessárias.

Esta sessão contou ainda com a presença de um repórter do programa “Sociedade Civil” que irá fazer uma nova reportagem sobre o projecto. Assim que tivermos novidades sobre o dia em que vai passar, informamos.

 

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Videos - Módulo 2





segunda-feira, 30 de março de 2009

Links - Módulo 2

http://www.worldwatch.org/node/5579

http://www.dothegreenthing.com/

Videos - Módulo 2






quarta-feira, 11 de março de 2009

Textos de Apoio – Módulo 2

Consumo sustentável, energia e mobilidade

A produção e consumo sustentável são assuntos de extrema importância nos dias actuais. Actualmente, o grande desafio da sociedade consiste no perseguimento de um paradigma sustentável. O planeta está a ser explorado para além da sua capacidade, traduzindo-se em impactes ambientais que vêm a afectar o nosso bem-estar e das gerações futuras. Todos estes problemas ambientais - como as alterações climáticas, a perda de biodiversidade, entre outros - provêem dos nossos padrões de produção e consumo. 
Apesar dos progressos tecnológicos das últimas décadas o problema está longe de ser resolvido. A nossa capacidade produtiva seria suficiente para satisfazer as necessidades moderadas de toda a população se todos os recursos fossem melhor distribuídos. Contudo a tecnologia não é suficientemente eficiente para tornar os nossos estilos de vida sustentáveis. O actual paradigma assenta na premissa de que o consumo traz melhorias no bem-estar e na qualidade de vida, mas podemos nos questionar se é isso que se tem verificado. O progresso tem-nos trazido mais depressões, mais consumo sem significado, e cada vez mais, estamos presos a um ciclo sem fim de trabalho e actividades.  
Neste sentido, o sector dos transportes é uma área-chave do consumo - em conjunto com a habitação e alimentação, é responsável por cerca de 3/4 dos problemas ambientais. Numa perspectiva mais estratégica o ordenamento do território, e em particular os transportes é um vector determinante para a interacção social, a qual será um dos pilares essenciais para o alcance da sustentabilidade.
O encontro fortuito com o "outro" é a pedra de toque da cidade democrática. Ao colocarmos durante as últimas décadas a mobilidade como a prioridade a assegurar a todo o custo, fomos gradualmente perdendo a qualidade dos espaços de encontro. A opção pelas velocidades cada vez mais altas, leva necessariamente à apropriação tecnocrática do meio urbano por um pandemónio de sinalética e sua progressiva fragmentação pelas infra-estruturas rodoviárias – tudo factores que impõem a ocupação selvática do automóvel e esterilizam o espaço cívico que nos resta. Uma das formas mais simples de medir a saúde de uma democracia numa sociedade é através da dimensão dos seus passeios. A mobilidade é uma forma de consumo para atingir um fim. Na generalidade dos casos não é um fim em si mesmo. Temos que começar a encarar a mobilidade sobre a perspectiva mais vasta do consumo sustentável e consequentemente mais responsável – os impactos dos produtos nos outros, o problema do aumento geral do consumo e da mobilidade em particular, forças motrizes que levam as pessoas a consumir, etc.
Que elementos chave são necessários para a criação de consensos em torno destas alterações de comportamento, é um dos temas que se coloca com frequência na investigação genérica sobre o consumo sustentável. Só com a consciencialização colectiva da sociedade civil (consumidores e cidadãos) estes podem ter mais influência sobre os padrões de consumo em geral (tanto no lado da procura como da oferta) como sobre a gestão das cidades e a forma como nos movimentamos em particular.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Videos - Módulo 2




















































quarta-feira, 4 de março de 2009

Módulo 2 – Estilos de vida: Consumo sustentável, energia e mobilidade

Mário Alves

Engenheiro Civil pelo Instituto Superior Técnico com o grau de Mestre em Transportes pelo Imperial College London. Trabalhou no Centro de Sistemas Urbanos e Regionais da Universidade Técnica de Lisboa e no Centre for Transport Studies of the University of London como Investigador Associado. Como consultor de transportes e gestão da mobilidade foi coordenador operacional do Plano de Mobilidade de Almada. Escreveu artigos e fez numerosas comunicações e seminários em vários países europeus sobre diversas temáticas relacionadas com transportes e mobilidade sustentável.



Pedro Baptista

Possui mestrado integrado em engenharia do ambiente, ramo de gestão e sistemas ambientais pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT-UNL). Concluiu em 2008 a dissertação intitulada "Produção e Consumo Sustentável – Conceptualização de uma ferramenta para a melhoria sistémica do desempenho ambiental dos agregados domésticos".

Resumo

Neste módulo utilizar-se-ão essencialmente elementos visuais fortes sobre as temáticas. A questão da mobilidade de pessoas e bens será enquadrada pelo assunto mais vasto e genérico do Consumo Sustentável. A sessão prática visa aumentar a participação activa dos formandos e para tal utilizará a teoria dos jogos e visionamento de vídeo sobre os temas abordados na sessão teórica.

A produção e consumo sustentável são assuntos de extrema importância nos dias actuais. O planeta está a ser explorado para além da sua capacidade, traduzindo-se em impactes ambientais que vêm a afectar o nosso bem-estar e das gerações futuras. A crise ambiental – as alterações climáticas, a perda de biodiversidade, entre outros problemas – provêem dos nossos padrões de produção e consumo.

A mobilidade é uma forma de consumo para atingir um fim. Na generalidade dos casos não é um fim em si mesmo. Sempre que nos movimentamos no espaço geramos consequências na vida, espaço, saúde dos outros. Temos que começar a encarar a mobilidade sobre a perspectiva mais vasta do consumo sustentável e consequentemente mais responsável – os impactes nos outros, o problema do aumento geral do consumo e da mobilidade em particular, forças motrizes que levam as pessoas a consumir, etc. Como alterar o paradigma autista que transformou as nossas ruas em esgotos de tráfego para o duvidoso benefício de alguns?