quinta-feira, 30 de abril de 2009

Notícias – Sessão PRÁTICA do Módulo 3

A sessão prática do módulo 3 decorreu no Parque Florestal de Monsanto (PFM), na manhã do dia 25 de Abril.
Tivemos a oportunidade de explorar um pouco mais o conceito de serviços de ecossistemas e conhecer os serviços fornecidos pelo próprio PFM, como sejam a purificação do ar e o sequestro de carbono, a regulação climática, a protecção e formação do solo, a redução do ruído, o lazer, entre outros…
Os participantes ficaram ainda a conhecer a existência do Centro de Recuperação de Animais Silvestres (Lx CRAS) e as causas pelas quais os animais chegam a este Centro, que em muitos casos se devem a situações de cativeiro, assim como a traumas físicos por atropelamento e colisão com infra-estruturas de origem humana.
Houve ainda tempo para uma actividade de grupo, em defesa dos tomates da horta vs. matas e instalação de painéis solares no Parque Eduardo VII, uma medida muito contestada pelos participantes, tendo inclusive sido pedido à organização o Plano de Pormenor deste projecto.
A manhã terminou com uma actividade mais radical…ESCALADA…



terça-feira, 28 de abril de 2009

Trabalho de Grupo – Módulo 2

Os formadores do Módulo 2 – Mário Alves e Pedro Baptista, durante a sessão prática desenvolveram uma dinâmica de grupo, que consistiu na divisão dos participantes em grupos. Enquanto uns jogavam a uma variante do Dilema do Prisioneiro Iterado, os outros navegavam na World Wide Web à procura de imagens que reflectissem o que tinha sido discutido na sessão teórica.

A ideia era simples: cada elemento do grupo apresentava a imagem por si escolhida e explicava o porquê da sua escolha.

O resultado das imagens seleccionadas foi o que podemos ver em baixo: os grupos construíram uma lógica entre as imagens escolhidas individualmente, contando-nos a sua história.


Grupo do João Morgado, Maria Ana Correia, Sara Costa e Sara Figueiredo




Grupo da Ana Gamas, Márcia Santos, Paula Coelho e Sara Henriques

Notícias – Sessão TEÓRICA do Módulo 3

No dia 22 de Abril – Dia Mundial da Terra – realizou-se a sessão teórica do Módulo 3 – Benefícios ambientais, económicos e sociais onde foi abordado o conceito de serviços de ecossistemas, que são os benefícios directos e indirectos que as pessoas recebem dos ecossistemas.

Estes serviços estão divididos em quatro categorias:
- Serviços de produção (e.g. produção de madeira, produção de alimento)
- Serviços de regulação (e.g. ciclo do carbono, protecção de cheias)
- Serviços culturais (e.g. turismo de natureza e valor educativo)
- Serviços de suporte (e.g. formação de solo e ciclos biogeoquímicos)

Teoria à parte, ficámos ainda a saber que o formador, Henrique Pereira, já fez uma obra de vídeo que foi submetida ao Cine’ Eco – Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Ambiente há cerca de 10 anos…


Textos de Apoio - Módulo 3

Ecosystem services in urban areas

Slides - Módulo 3

Biodiversidade e Estilos de Vida - Parte 1

Benefícios Ambientais, Económicos e Sociais da Biodiversidade - Parte 2

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Material de Apoio à Produção de Vídeo

Este material foi gentilmente cedido por António Cunha da Videoteca Municipal de Lisboa para fornecer apoio à produção de vídeos.

A Técnica

A Linguagem

Video Digital

Manual de Pinnacle

Porque o cinema mexe


Links - Módulo 3

Millennium Ecosystem Assessement (MEA):

http://www.millenniumassessment.org/en/index.aspx


Avaliação Portuguesa do MEA:

http://ecossistemas.org/

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Links - Módulo 2

O André Lourenço, enviou-nos um link que de alguma maneira se relaciona com o jogo realizado no dia 28 de Março, durante a sessão prática do Módulo 2.

Vejam e comentem.

http://www.sciam.com/article.cfm?id=more-tit-than-tat

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Notícias – Sessão PRÁTICA do Módulo 2

A sessão prática do módulo 2 – Estilos de vida: Consumo sustentável, energia e mobilidade, teve também lugar na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, no dia 28 de Março, e pretendeu dinamizar formas mais interactivas e aplicações práticas da sessão teórica.

Os resistentes que se deslocaram à Faculdade num Sábado de manhã, tiveram a oportunidade de, em grupo, jogar uma variante do Dilema do Prisioneiro Iterado. Foi solicitado aos participantes que apresentassem exemplos práticos, tendo sido posteriormente discutidas as consequências da interacção do jogo.

O Dilema do Prisioneiro (DP) dito clássico é enunciado da seguinte forma:
Dois suspeitos, A e B, são presos pela polícia. A polícia tem provas insuficientes para os condenar, mas, separando os prisioneiros, oferece a ambos o mesmo acordo: se um dos prisioneiros, confessando, testemunhar contra o outro e esse outro permanecer em silêncio, o que confessou sai livre enquanto o cúmplice silencioso cumpre 10 anos de sentença. Se ambos ficarem em silêncio, a polícia só pode condená-los a 6 meses de cadeia cada um. Se ambos traírem o comparsa, cada um leva 5 anos de cadeia. Cada prisioneiro faz a sua decisão sem saber que decisão o outro vai tomar, e nenhum tem certeza da decisão do outro. A questão que o dilema propõe é: o que vai acontecer? Como cada um dos prisioneiros vai reagir? (http://pt.wikipedia.org/wiki/Dilema_do_prisioneiro)

Os participantes tiverem ainda de pesquisar imagens na internet e posteriormente apresentar e discutir as suas ideias sobre a nossa era de consumo.

Deixamos aqui algumas fotografias do dia.


Notícias - Sessão TEÓRICA do Módulo 2

No dia 26 de Março, realizou-se a sessão teórica do 2º módulo, onde foram discutidos os nossos estilos de vida, e em particular a questão do consumo, que se vem traduzindo na compra de mais e mais produtos e serviços, criando-se muitas vezes necessidades desnecessárias.

Esta sessão contou ainda com a presença de um repórter do programa “Sociedade Civil” que irá fazer uma nova reportagem sobre o projecto. Assim que tivermos novidades sobre o dia em que vai passar, informamos.

 

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Videos - Módulo 2





segunda-feira, 30 de março de 2009

Textos de Apoio - Módulo 1

Árvores de Interesse Público na Cidade de Lisboa

Os espaços verdes urbanos constituem um requisito essencial para podermos falar em qualidade de vida, quer pela função ecológica e estética que conferem à cidade, quer por serem espaços privilegiados para o lazer. A estes espaços está associada uma grande diversidade de árvores, que nos passam despercebidas, a não ser quando ocupam um excelente lugar de estacionamento. Ao conhecê-las um pouco, poderemos observá-las de uma perspectiva diferente e reconhecer a sua importância.
De entre a grande diversidade de árvores que existem, nos arruamentos e jardins da cidade de Lisboa, há algumas que se destacam devido ao porte, desenho, idade e raridade. Estas árvores, que se distinguem dos outros exemplares, são classificadas como Árvores de Interesse Público, pela Autoridade Florestal Nacional (AFN). Além dos critérios referidos, o processo de classificação também considera os factores históricos e culturais associados a cada exemplar.
Na cidade de Lisboa existem perto de 50 árvores isoladas classificadas de interesse público. Estas árvores constituem um património de elevadíssimo valor ecológico, paisagístico, cultural e histórico, e são em grande medida desconhecidas da população. A partir do momento em que são classificadas, as árvores adquirem um estatuto similar ao património construído classificado, pelo que qualquer intervenção necessária fazer, junto (raio inferior a 50m) ou na própria árvore (podas, desrramações), requer uma autorização prévia da AFN, sendo todos os trabalhos efectuados sob sua orientação técnica.
Embora a maioria das árvores classificadas sejam património municipal, também existem alguns exemplares em propriedades privadas.
A classificação não se esgota apenas nas árvores isoladas. Na cidade de Lisboa, nomeadamente no Parque Florestal de Monsanto existem vários povoamentos classificados como de interesse público, quer por constituírem manchas de vegetação autóctone, quer pelo seu interesse ecológico, cultural, pelo contributo para o aumento da biodiversidade no Parque e pelo património genético que encerram, de que são exemplo, entre outros, os Bosquetes de Montado Misto, o maciço de Pinus canariensis (Pinheiro-das-Canárias) que é considerada a maior mancha de pinhal desta espécie no país.
A melhoria efectiva da qualidade de vida passa, necessariamente, por uma mudança no relacionamento das pessoas com o meio que as rodeia. Como é essencial levar as pessoas a conhecer esse meio, a Câmara Municipal de Lisboa definiu alguns percursos, que agrupam várias árvores classificadas, considerando a sua proximidade.

PERCURSO EFECTUADO

Árvore nº 1: Celtis australis

Árvore vulgarmente designada por Lódão-bastardo e Ginjinha-do-rei devido aos seus frutos, que são comestíveis e doces. Esta espécie, originária da Ásia e Sul da Europa, é de folha caduca e das mais utilizadas em arruamentos na cidade de Lisboa. Foi classificada de interesse público em 2001, segundo o Diário da Republica nº 298, II Série de 27/12/2001. Segundo os dados dendrométricos de 2001, a árvore tem cerca de 14m de altura e uma copa de diâmetro aproximado a 17m.


Árvore nº 2: Dracaena draco

Árvore vulgarmente designada por Dragoeiro é originária da Macaronésia. A sua seiva depois de oxidada por exposição ao ar origina uma substância pastosa de cor vermelho, que foi comercializada na Europa com o sangue de Dragão. Em Portugal os poucos exemplares que existem, encontram-se sobretudo em Quintas antigas. Foi classificada de interesse público em 1997, segundo o Diário da Republica nº 81, II Série de 07/04/1997. Segundo os dados dendrométricos de 1996, a árvore tem cerca de 5,5m de altura e uma copa de diâmetro aproximado a 12m.


Notícias – Ciclo de Conferências Um alerta para o Planeta

Um alerta para o Planeta.
Ciclo de conferências promovido por Caixa Geral de Depósitos e Green Values.
Este conjunto de conferências pretende suscitar uma reflexão aprofundada sobre alguns dos temas determinantes do futuro da humanidade e do nosso planeta.

http://www.culturgest.pt/actual/alerta.html

Links - Módulo 2

http://www.worldwatch.org/node/5579

http://www.dothegreenthing.com/

Slides - Módulo 1

Biodiversidade Urbana - parte 1

Biodiversidade Urbana - parte 2

Medir a Biodiversidade

Videos - Módulo 2






sexta-feira, 20 de março de 2009

Notícias - Seminário

Seminário: Energia e Cidadania
23 de Março de 2009 - 15.00h às 18.00h

 
Auditório do Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL)
Picoas Plaza, Rua Viriato 13 – Núcleo 6-E, 1º (Metro Picoas)

Programa Completo

terça-feira, 17 de março de 2009

Notícias - Sessão PRÁTICA do Módulo 1

Foi na manhã solarenga de dia 14 de Março que se realizou a sessão prática do Módulo 1, que contou com a presença de 16 participantes no curso, acompanhados pela equipa organizadora, pelo Eng. Joaquim Pernica da CML e pela Doutora Maria José Caramujo.

Começamos a caminhada na Gare do Oriente em direcção à 1ª árvore classificada, um Lodão-bastardo, localizado na Av. de Berlim.

Seguimos para a Quinta Conde d’ Arcos, onde existe um dos vários viveiros da Câmara Municipal de Lisboa (CML), e onde admirámos o seu ex-libris, o Dragoeiro.

Depois de tantos passos dados, recorremos ao autocarro da CML para chegar à foz do Rio Trancão e aí descobrir algumas aves da zona ribeirinha: Flamingo, Colhereiro, Alfaiate, Garça-real, Corvo-marinho, Pato-real… Não obstante cada um de nós ter binóculos, importa referir que foi graças ao mega telescópio do João Morgado que foi possível observar com mais detalhe e mesmo fotografar algumas das espécies referidas.

Concluímos a nossa saída de campo na zona do sapal identificando a sua vegetação específica: Halimione portulacoides e Sarcocornia fruticosa.

Relembramos que o tríptico colocado na pasta fornecida no dia 11 de Março tem mais informação sobre a fauna e flora do estuário do Rio Tejo.


sexta-feira, 13 de março de 2009

Links - Módulo 1

European Community Biodiversity Clearing-House Mechanism
http://biodiversity-chm.eea.eu.int

Convenção da Biodiversidade
http://www.cbd.int/

Sistema de Informação sobre a Conservação da Biodiversidade
http://www.biodiversity.org

Programa das Nações Unidas para o Ambiente
http://www.unep.org 

World Conservation Monitoring Centre
http://sea.unep-wcmc.org/index.cfm
Inclui apresentação, em inglês, sobre o modo como a biodiversidade beneficia as pessoas

Atlas Mundial da Biodiversidade
http://stort.unep-wcmc.org/imaps/gb2002/book/viewer.htm

Earthtrends – The Environmental Information Portal
http://earthtrends.wri.org

The World Conservation Union (UICN)
http://www.uicn.org

The IUCN Red List of Threatened Species
http://www.redlist.org

Programa Life
http://europa.eu.int/comm/environment/life/home.htm

Conselho da Europa
http://www.nature.coe.int

Convention on Migratory Species
http://www.cms.int

Convenção sobre Zonas Húmidas (Ramsar)
http://www.ramsar.org

Agência Europeia do Ambiente
http://local.pt.eea.eu.int

Base de Dados da Biodiversidade dos Açores
http://www.azoresbioportal.angra.uac.pt/