
Este documentário revela o impacte devastador da sobrepesca nos nossos oceanos e será seguido de uma discussão sobre o tema.
Nota: É necessário confirmar a inscrição até dia 13 de Novembro, para pong.pesca@gmail.com.
DIVULGUEM E APAREÇAM...
Este material foi gentilmente cedido por António Cunha da Videoteca Municipal de Lisboa para fornecer apoio à produção de vídeos.
Millennium Ecosystem Assessement (MEA):
http://www.millenniumassessment.org/en/index.aspx
Avaliação Portuguesa do MEA:
http://ecossistemas.org/
O André Lourenço, enviou-nos um link que de alguma maneira se relaciona com o jogo realizado no dia 28 de Março, durante a sessão prática do Módulo 2.
Vejam e comentem.
Deixamos aqui algumas fotografias do dia.
Relembramos que o tríptico colocado na pasta fornecida no dia 11 de Março tem mais informação sobre a fauna e flora do estuário do Rio Tejo.
European Community Biodiversity Clearing-House Mechanism
http://biodiversity-chm.eea.eu.int
Em breve estará disponível a apresentação em powerpoint desta sessão.
Neste módulo far-se-á uma breve introdução às razões que conduziram ao interesse pela biodiversidade urbana e a integrá-la no grande objectivo de reduzir a perda de biodiversidade mundial. Nas cidades e aglomerados populacionais podem existir habitats e corredores verdes que acolhem e permitem a movimentação de espécies comuns e até raras. Dado o valor elevado dos serviços que prestam aos habitantes (desde actividades de lazer até ao fornecimento de alimentos), os jardins, hortas, terrenos baldios e florestas que circundam as cidades são geralmente apreciados. No entanto, frequentemente descuramos o seu valor em termos de biodiversidade e como devem ser incorporados nos planeamentos urbanísticos.
Em Viena, defendendo que os “baldios” além de valor biológico têm também valor estético, o arquitecto Hundertwasser incorporou áreas tradicionalmente destinadas ao jardim do edifício mas deixou-as sem intervenção humana, ao “abandono”. Este arquitecto incorporou também arbustos e árvores nos terraços e em vários locais dos edifícios. Embora estas medidas fossem inicialmente pensadas no bem estar dos habitantes, que assim poderiam seguir o ritmo das estações do ano, fomentou de forma singular a biodiversidade de uma cidade. Geralmente vivemos casos menos vanguardistas que estes e, na verdade, o que é, e como se favorece, a biodiversidade urbana?
Certas áreas urbanas têm grande diversidade biológica, quer pela manutenção de espécies locais, quer pela introdução planeada, ou sem intenção, de outras espécies. Podemos adoptar a definição da Convenção das Nações Unidas para a biodiversidade biológica, no entanto, de forma a adoptar uma definição mais prática para a biodiversidade urbana iremos assim seguir a recomendação da CBD mas defini-la de uma forma diferente.
Não existem indicadores estabelecidos para a medição da biodiversidade urbana. No entanto existem algumas tentativas nomeadamente a intenção de desenvolver um conjunto de indicadores de biodiversidade Urbana por parte da Agência Ambiental Europeia. Pretende-se assim desenvolver formas de medir quantitativa e qualitativamente a biodiversidade urbana que irão ser exploradas neste módulo. Em termos do estado da biodiversidade urbana, faremos uma abordagem aos casos mais estudados do norte da Europa onde o povoamento é esparso, com edificação entre pedaços interligados de floresta (mais ou menos) nativa. Faremos uma comparação e discussão com as cidades Mediterrânicas onde o povoamento é mais concentrado.
Engenheiro Civil pelo Instituto Superior Técnico com o grau de Mestre em Transportes pelo Imperial College London. Trabalhou no Centro de Sistemas Urbanos e Regionais da Universidade Técnica de Lisboa e no Centre for Transport Studies of the University of London como Investigador Associado. Como consultor de transportes e gestão da mobilidade foi coordenador operacional do Plano de Mobilidade de Almada. Escreveu artigos e fez numerosas comunicações e seminários em vários países europeus sobre diversas temáticas relacionadas com transportes e mobilidade sustentável.
Possui mestrado integrado em engenharia do ambiente, ramo de gestão e sistemas ambientais pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT-UNL). Concluiu em 2008 a dissertação intitulada "Produção e Consumo Sustentável – Conceptualização de uma ferramenta para a melhoria sistémica do desempenho ambiental dos agregados domésticos".
Neste módulo utilizar-se-ão essencialmente elementos visuais fortes sobre as temáticas. A questão da mobilidade de pessoas e bens será enquadrada pelo assunto mais vasto e genérico do Consumo Sustentável. A sessão prática visa aumentar a participação activa dos formandos e para tal utilizará a teoria dos jogos e visionamento de vídeo sobre os temas abordados na sessão teórica.
A produção e consumo sustentável são assuntos de extrema importância nos dias actuais. O planeta está a ser explorado para além da sua capacidade, traduzindo-se em impactes ambientais que vêm a afectar o nosso bem-estar e das gerações futuras. A crise ambiental – as alterações climáticas, a perda de biodiversidade, entre outros problemas – provêem dos nossos padrões de produção e consumo.
A mobilidade é uma forma de consumo para atingir um fim. Na generalidade dos casos não é um fim em si mesmo. Sempre que nos movimentamos no espaço geramos consequências na vida, espaço, saúde dos outros. Temos que começar a encarar a mobilidade sobre a perspectiva mais vasta do consumo sustentável e consequentemente mais responsável – os impactes nos outros, o problema do aumento geral do consumo e da mobilidade em particular, forças motrizes que levam as pessoas a consumir, etc. Como alterar o paradigma autista que transformou as nossas ruas em esgotos de tráfego para o duvidoso benefício de alguns?
Henrique Miguel Pereira é actualmente Investigador do Programa Ciência 2007 na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Foi Director do Parque Nacional da Peneda-Gerês de 2006 a 2007 e do Dept. de Gestão de Áreas Classificadas do Norte do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade de 2007 a 2009. Foi Investigador Convidado no Centro de Biologia Ambiental da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa durante o mesmo período. De 2005 a 2007 foi Prof. Auxiliar Convidado no Instituto Superior Técnico, e de 2003 a 2005 foi o Coordenador da Avaliação de Portugal do Millennium Ecosystem Assessment. Henrique Miguel Pereira doutorou-se em Ciências Biológicas pela Universidade de Stanford em 2002, tendo anteriormente obtido o grau de Mestre em Biofísica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa em 1998, e a licenciatura em Eng. Electrotécnica e de Computadores pelo Instituto Superior Técnico em 1995. É autor de mais de duas dezenas de publicações científicas na área da Ecologia e da Biodiversidade, incluindo publicações na Science, Trends in Ecology and Evolution, Ecology, Ecography, Ecological Applications, Ecology and Society e American Naturalist. É ainda co-autor do Guia de Indicadores de Biodiversidade solicitado pelo Parlamento Europeu ao Conselho Europeu de Academias de Ciência, e do Relatório Síntese sobre Biodiversidade do Millennium Ecosystem Assessment. Apresentou comunicações em mais de uma dezena de conferências internacionais, incluindo conferências da Ecological Society of America, da Society for Conservation Biology, e da American Association for the Advancement of Science.
Licenciada em Biologia pela Faculdade de Ciências de Lisboa em 2002, encontra-se actualmente a concluir o Doutoramento nessa instituição. O seu trabalho tem sido dedicado ao estudo de padrões de biodiversidade e de resposta ao fogo em florestas nativas de carvalho alvarinho e carvalho negral. Os seus interesses de investigação incluem ainda o estudo da relação entre biodiversidade, serviços de ecossistema e o bem-estar humano, tendo colaborado activamente no Avaliação Portuguesa do Millennium Ecosystem Assement.
Resumo
Neste módulo é introduzido o conceito de serviços dos ecossistemas, i.e. os benefícios directos e indirectos que as pessoas recebem dos ecossistemas. Apresentam-se as quatro categorias dos serviços dos ecossistemas: serviços de produção, serviços de regulação, serviços culturais e serviços de suporte. É apresentada a estrutura conceptual de avaliações ambientais proposta pelo Millennium Ecosystem Assessment que tem quatro componentes: bem-estar humano, promotores indirectos de alterações, promotores directos de alterações e serviços dos ecossistemas. São discutidas as interacções entre estas componentes bem como a relação entre a biodiversidade e os serviços dos ecossistemas. Por fim, conclui-se com alguns exemplos de avaliação económica da biodiversidade e dos serviços dos ecossistemas.
1. ADMISSÃO
1.1. Podem concorrer autores de qualquer nacionalidade, individuais ou colectivos.
1.2. As obras de vídeo apresentadas serão de livre criação, aceitando-se obras de vídeo de qualquer género (ficção, documentário, animação, etc), subordinadas ao binómio “Biodiversidade” e “Estilos de Vida”. Será dada preferência a obras de vídeo com duração até 30 (trinta) minutos. As obras de vídeo deverão ser apresentadas em língua portuguesa. As obras de vídeo que contenham diálogos em língua estrangeira deverão ser alvo de dobragem ou legendagem em português.
1.3. Cada concorrente poderá participar com um número ilimitado de vídeos, sendo obrigatório o preenchimento de uma ficha de submissão de obra para cada obra a inscrever.
1.4. Todas as obras devem ter sido realizadas depois de 01 de Janeiro de 2009.
2. INSCRIÇÃO
2.1. Só serão aceites a concurso as obras de vídeo acompanhadas da respectiva ficha de submissão de obra devidamente preenchida e legível assim como dos seguintes elementos:
• DVD devidamente identificado com o título da obra, realizador e duração, devendo cada DVD conter uma única obra. Deverão ser apresentadas 2 (duas) cópias de cada obra;
• Ficha técnica do filme (realização, produção, montagem, intérpretes, outros);
• 2 (duas) fotografias de cena e 1 (uma) fotografia do realizador em formato digital, em CD devidamente identificado. As fotografias serão de uso exclusivo na promoção e divulgação do presente concurso.
3. PRAZO DE ENTREGA
3.1. O prazo de submissão das obras de vídeo é o dia 22 de Maio (data do carimbo do correio). As obras de vídeo assim como todos os elementos necessários podem ser remetidos pelo correio ou entregues presencialmente nas seguintes moradas e horários:
Câmara Municipal de Lisboa
Divisão de Educação e Sensibilização Ambiental
Espaço Monsanto
Estrada do Barcal, Monte das Perdizes
Parque Florestal de Monsanto
1500-069 Lisboa
Horário: 09.30h – 17.00h
Ou
Centro de Biologia Ambiental
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Bloco 2, Piso 5, Sala 2. 5. 46. A
Campo Grande
1749-016 Lisboa
Horário: 10.00h – 12.00h / 14.30h – 16.30h
4. FORMATOS E OUTRAS ESPECIFICAÇÕES
As obras de vídeo deverão estar em perfeitas condições técnicas de visionamento, e possuir ficha técnica que identifique o título da obra de vídeo e o seu realizador, no início ou final da obra.
5. JÚRI
5.1. Um Júri, nomeado pela Câmara Municipal de Lisboa e pelo Centro de Biologia Ambiental da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, composto por três elementos de reconhecido mérito e idoneidade intelectual e cultural nas áreas do Audiovisual e do Ambiente avaliará as obras de vídeo apresentadas.
5.2. O Júri reserva-se ao direito de não seleccionar nenhuma obra, nem atribuir nenhum prémio, se a qualidade das obras de vídeo assim o impuser, bem como decidir da atribuição de Menções Honrosas.
5.3. As obras de vídeo a concurso serão avaliadas segundo os seguintes critérios: Originalidade, Qualidade de Conteúdos, Qualidade Técnica (imagem, som e edição), Capacidade de Expressão e Narrativa.
5.4. Das deliberações do Júri não haverá recurso.
6. PRÉMIOS
6.1. As obras de vídeo seleccionadas serão projectadas na 3ª edição da Extensão do Cine´Eco – Festival Internacional de Cinema e Vídeo em Lisboa, durante o mês de Junho de 2009 e integrarão 2/5 a programação deste Festival na sua XV edição de 2009, a decorrer em Seia.
6.2. A melhor obra de vídeo será premiada com a oferta de videoprojector EPSON, modelo DM2, a ser entregue durante o mês de Junho.
6.3. Os resultados do concurso serão dados a conhecer no dia 04 de Junho de 2009, nos sítios da Câmara Municipal de Lisboa (http://www.cm-lisboa.pt) e do Centro de Biologia Ambiental (http://www.cba.fc.ul.pt).
7. DISPOSIÇÕES FINAIS
7.1. Apesar dos trabalhos serem manuseados com todo o cuidado, a Câmara Municipal de Lisboa e o Centro de Biologia Ambiental não assumirão qualquer responsabilidade pela perda, furto ou danificação das obras de vídeo.
7.2. Ao submeter uma obra de vídeo a concurso, o participante declara tratar-se de uma obra de sua autoria, que não viola os direitos associados a qualquer outra produção existente, nomeadamente no que respeita ao Código do Direito do Autor e Direitos Conexos, sendo o autor ou autores presentes inteiramente responsáveis por alguma acção decorrente da não observação deste preceito.
7.3. Com o acto de inscrição os concorrentes autorizam o uso do vídeo por parte da Câmara Municipal de Lisboa e do Centro de Biologia Ambiental como instrumento de sensibilização ambiental, reservando-se inclusivamente o direito de exibir na TV, no cinema ou noutros meios, pequenos excertos das obras solicitadas pelos meios de comunicação social para esse efeito.
7.4. Caso o considerem necessário, as Entidades responsáveis pela realização deste concurso poderão designar uma comissão para avaliação e eventual pré-selecção das obras de vídeo apresentadas a concurso, de acordo com os critérios enunciados no ponto 5.3 do presente regulamento.
7.5. A participação neste concurso implica a aceitação integral das presentes normas de participação.
8. CASOS OMISSOS
Os casos omissos neste regulamento serão apreciados e decididos pela Câmara Municipal de Lisboa e pelo Centro de Biologia Ambiental e da sua decisão não haverá recurso.
Horário | Local | Formador | |
11 de Março | 18.00h - 21.00h | Faculdade Edifício 2, Piso 2, Sala 2.2.12 | |
14 de Março | 09.30h - 13.30h | Frente Ribeirinha do Parque das Nações (Olivais) |
Módulo 2 - Estilos de vida: Consumo sustentável, energia e mobilidade | |||
Horário | Local | Formador | |
26 de Março | 18.00h - 21.00h | Faculdade Edifício 2, Piso 2, Sala 2.2.12 | |
28 de Março | 09.30h - 13.30h | Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
|
Módulo 3 - Benefícios ambientais, económicos e sociais | |||
Horário | Local | Formador | |
22 de Abril | 18.00h - 21.00h | Faculdade Edifício 2, Piso 2, Sala 2.2.12 | Vânia Proença |
25 de Abril | 09.30h - 13.30h | Parque Florestal de Monsanto |